Atendimento Nutricional

Atuação do nutricionista: 8 áreas para escolher

Muito destacada no mercado de trabalho, a atuação do nutricionista tem seu espaço cada vez mais garantido em diversos setores. E a maior responsável por essa variedade de opções talvez seja a busca constante das pessoas por uma alimentação saudável e equilibrada — fator determinante para a conquista da boa saúde.

De fato, em qualquer área existe a preocupação com a alimentação, seja no meio hospitalar, no meio escolar, em academias, spas, clínicas etc. Dessa forma, abre-se um leque de variadas escolhas possíveis. Basta que o profissional da nutrição busque a que mais tenha a ver com seu gosto pessoal e aptidão.

Para te ajudar com isso, selecionamos neste post algumas das áreas de atuação do nutricionista no mercado de trabalho. Continue lendo e confira!

1. Nutrição clínica

O profissional que atua na nutrição clínica tem por função prestar assistência na dieta dos indivíduos e promover a saúde. Para isso, busca restaurar a saúde nutricional de pessoas que tenham a saúde debilitada, bem como manter o bom estado nutricional de pacientes saudáveis.

Aqueles que optam por trabalhar no ambiente hospitalar ficam responsáveis por todo processo de produção das refeições, banco de leite humano, lactário, entre outros. Decidindo, assim, a melhor dieta para cada paciente, mediante o quadro clínico de cada um, e mantendo seus níveis ideais de nutrição.

Vale ressaltar, também, um desmembramento importante da nutrição clínica: a nutrição ambulatorial. Nessa área, o profissional atende os pacientes com o objetivo de monitorar suas condições e avaliar suas necessidades nutricionais — é o caso de spas, asilos, clínicas de estética, consultórios, hospitais e consulta domiciliar.

2. Indústria de alimentos

Outra importante área de atuação do nutricionista é a indústria alimentícia e de suplementos alimentares. Nesse caso, o profissional atua em diversos projetos do segmento, desenvolvendo produtos, coordenando, analisando e executando junto a outros profissionais.

Além disso, ele controla a produção de qualidade, desenvolvendo o treinamento de funcionários, os testes de degustação de pratos e novos produtos, e ainda prestando uma consultoria de empresas do setor.

3. Nutrição esportiva

A atuação do nutricionista também vem crescendo muito na área esportiva. E isso se deve ao fato de as pessoas estarem cada vez mais em busca de uma alimentação saudável, aliada à prática de atividade física. Mas se engana quem pensa que a atuação desse profissional se limita a hospitais e clínicas.

Na verdade, o segmento esportivo amplia as possibilidades de trabalho desse profissional, visto que ele pode atender atletas de alto nível e nas variadas modalidades esportivas, como futebol, vólei, ginástica, atletismo, entre muitas outras.

Nessa área, sua função está no planejamento de cardápios nutritivos que visem aumentar o rendimento dos atletas e atendam as necessidades nutricionais individuais dessas pessoas. Assim, os principais locais de atuação são academias, clubes esportivos, spas e centros estéticos, entre outros.

4. Saúde coletiva

A saúde coletiva se refere à assistência e à educação dos indivíduos e da coletividade. Basicamente, o nutricionista desse ramo de atuação promove a saúde por meio de campanhas, pesquisas, programas e atendimento em nutrição. Ou em conjunto com profissionais de outras áreas, como medicina e psicologia.

De fato, esse seguimento tem sido muito requisitado pelo poder público para o desempenho de algumas funções específicas. São elas:

  • fiscais sanitários: atuam na indústria para fiscalizar e avaliar a qualidade dos processos de produção pelos quais passam os alimentos;
  • conselheiros de saúde: designados para elaborar políticas públicas para resolver problemas relacionados à nutrição da população, como desnutrição, carência de nutrientes e obesidade;
  • gestores de programas governamentais: coordenam toda a atividade do setor público voltada para produção de alimentos.

Nesses casos, os locais de atuação são tanto as instituições privadas quanto públicas: atenção básica em saúde, ambulatórios de nutrição e vigilância sanitária.

As organizações não governamentais (ONGs) também buscam nutricionistas para desenvolver programas de combate à desnutrição — até porque, na maioria das vezes, seus trabalhos são direcionados a comunidades carentes.

5. Escolas

Quanto às escolas, a atuação do nutricionista se dá desde aprovando as instalações onde serão feitas as refeições até a própria distribuição dos alimentos entre os alunos. Dentre suas principais funções, estão:

  • planejar o cardápio;
  • avaliar se ele está sendo aceito pelos alunos e funcionários;
  • supervisionar a distribuição da merenda escolar;
  • anotar a frequência dessa merenda.

Em outras palavras, ele deve ser um profissional bastante presente, que participe ativamente das variadas etapas desse processo.

6. Marketing na área de alimentação e nutrição

O profissional que deseja atuar nessa área pode participar de projetos e elaboração de materiais educativos ou técnico-científicos sobre produtos, coordenar pesquisas relacionadas ao setor, participar de testes de receitas, entre outros.

Quanto a isso, seus principais locais de trabalho são, dentre outros: agências de publicidade, revistas comerciais, cozinhas experimentais, indústria de alimentos e suplementos alimentares.

7. Gastronomia

Hoje, mais do que nunca, a gastronomia e a nutrição caminham juntas, no sentido de obter os melhores resultados tendo em vista uma alimentação saudável e equilibrada. Por isso é tão fácil perceber que alguns profissionais buscam as duas formações — que, na verdade, se complementam.

O nutricionista pode atuar no controle de qualidade e das condições de higiene do estabelecimento, bem como, obviamente, na preparação e criação de novos cardápios. Mas sempre visando, acima de tudo, oferecer uma alimentação funcional, nutritiva e atraente aos consumidores.

Nessa área, os principais locais de atuação são as cozinhas experimentais, os restaurantes e os hospitais.

8. Ensino

Por fim, o profissional de nutrição pode ainda atuar dentro da sala de aula. Quem opta pela docência pode lecionar em cursos técnicos ou de graduação, bem como em especializações em cursos de gastronomia e nutrição.

Além disso, pode atuar dentro de universidades, desenvolvendo pesquisas científicas. E ainda tem a opção de assumir outras funções na área de ensino, como elaborar projetos junto à comunidade. Nesses casos, a dica para quem busca crescer é obter titulações, como mestrado e doutorado em nutrição.

O que achou dessas áreas de atuação do nutricionista? Gostou do nosso post? Então, que tal curtir a nossa página no Facebook e ficar por dentro de tudo que ocorre nessa área? Aproveite agora

Tecnologia para nutrição: quais são e como auxiliam nos resultados

Os profissionais de nutrição têm se destacado cada vez mais, graças ao auxílio de mídias sociais. A internet e a tecnologia, de um modo geral, vieram para impulsionar os cuidados com alimentação e qualidade de vida. 

Por isso, você precisa conhecer os melhores aliados. Veja, a seguir, o que há de melhor na tecnologia para nutrição e veja como podem ajudar a impulsionar a sua carreira.

Redes sociais

Elas não poderiam deixar de marcar presença nesta lista. As redes sociais permitem que o nutricionista acompanhe o dia a dia da alimentação de seus pacientes, além de possibilitar o compartilhamento de dicas. As redes sociais, como o Instagram e o Facebook, estão repletas de perfis colaborativos, que melhoram a qualidade de vida de todos e permitem parcerias.

Balanças e equipamentos digitais

Talvez você não se sinta confortável utilizando ferramentas tecnológicas, mas não pode negar que elas otimizam resultados e facilitam muitas tarefas. Para calcular a gordura corporal mais rápido, saiba que é possível trocar o adipômetro por balanças que, depois de configuradas, apresentam a composição corporal do paciente.

Esse é apenas um exemplo entre tantos, mas é importante você saber que, adotando esses novos equipamentos, é possível obter melhores resultados e reduzir o tempo de consultas.

Arquivos digitais

Sabendo que pilhas de fichas e prescrições não são fáceis de serem armazenadas, é fundamental buscar a digitalização de documentos. Manter os documentos em formato digital facilita o acesso a informações, além de garantir a melhor segurança deles.

Aplicativos

Além de contar com softwares de nutrição, é possível que você fique ainda mais próximo de seus pacientes, utilizando aplicativos que permitem versatilidade e inovação nos cardápios — o que pode reduzir a incidência de desistências a tratamentos.

Hidratação

Se você cobra dos pacientes uma hidratação adequada, recomende o uso de aplicativos que lembram os momentos e porções de água a serem consumidas durante o dia. Há diversas opções e a grande maioria é gratuita.

Administração

Os softwares não só permitem a fácil atualização e envio de cardápios, mas também contribuem para a gestão de finanças e demais compromissos de seu consultório. Se você precisa de um apoio para o pagamento de contas ou anotações pertinentes à administração, busque as melhores opções.

Balanças automatizadas

Se você sempre estende o tempo de suas consultas em função da medição corporal, saiba que há balanças que otimizam o tempo, expondo dados diversos, como percentual de gordura, ósseo e de massa magra.

Atendimento diferenciado

Sabendo que o abandono do tratamento é mais comum que o esperado, é fundamental que o nutricionista invista em um atendimento diferenciado, para captar os pacientes e ganhar a sua confiança. Combine uma linguagem simples e escolha aquelas ferramentas que aproximem paciente-nutricionista.

Invista em ferramentas de tecnologia para nutrição, assim, fidelizando ainda mais pacientes e mostrando que eles podem ser capazes de manter uma rotina saudável, ficando mais próximos de seus objetivos.

Planos alimentares

Sabendo que fazer dieta não é tão simples, é interessante que você permita que o paciente faça ajustes e pequenas alterações nos cardápios. Os planos alimentares alternativos possuem maior possibilidade de agradarem aos diversos gostos, podendo ser facilmente acessados.

Planilhas

Elas podem ser utilizadas para cálculos e discriminação de informações. Use e abuse do Excel para fazer planejamentos e acessar conteúdos antigos, permitindo feedbacks sobre as mudanças e avaliações nutricionais passadas.

Site

Se comparado às redes sociais, os sites perderam o posto de endereço principal, mas vale a pena pensar em um domínio próprio para divulgação do seu trabalho.

Na sua página, você pode apresentar a metodologia usada, fazer divulgação de seus contatos e endereços virtuais, além de criar espaços para que os seus pacientes exponham depoimentos e resultados obtidos.

O seu site pode permitir que os pacientes compartilhem seus sentimentos, refeições ou até mesmo receitas saudáveis. O site pode ser um excelente portfólio.

Gráficos

Sabendo que as pessoas estão buscando cada vez mais informações amigáveis e de fácil identificação, é válido que invista em softwares que permitam a transformação de conteúdo em gráficos. Com essas ferramentas, os pacientes podem identificar sua evolução e não precisarão ler conteúdos extensos.

Comunidades

Nada mais motivador do que trocar experiências com quem está passando pelo mesmo processo, tanto positiva quanto negativamente. A tecnologia para nutrição está aí para permitir que você agrupe seus pacientes por objetivos, facilitando o envio de mensagens pertinentes ao objetivo em comum. Isso otimizará o seu tempo.

Dieta e treino

Os treinos garantem o gasto calórico — por isso, nada mais justo que o nutricionista possa conhecer a rotina de exercícios de seus pacientes. Sabendo que o acompanhamento é função de um educador físico, o uso de tecnologia para nutrição também pode se destacar ao permitir que o nutricionista saiba o que seu paciente está praticando.

O tratamento pode ter mais chances de sucesso se houver comparações reais entre os valores de consumo e gasto calórico diário.

Alimentos

Muitos pacientes têm dúvidas sobre o perfil nutricional de inúmeros alimentos. É interessante que você escolha as ferramentas tecnológicas que permitam que eles façam buscas rápidas e obtenham resultados objetivos e esclarecedores.

Consultório portátil

Escolhendo o melhor software de tecnologia para nutrição, você não só estará se aproximando de seus pacientes como também terá a possibilidade de realizar consultas fora de seu consultório.

O acesso remoto permite que você realize consultas em qualquer lugar, o que pode ser conveniente para consultorias externas, captando não só novos pacientes em local fixo, como em convenções, encontros e, até mesmo, em palestras.

Mais conhecimento

Se você está sempre se especializando em algum assunto, a escolha do aplicativo certo poderá facilitar o compartilhamento dos novos conhecimentos com seus pacientes, colocando-os em prática nos tratamentos já iniciados.

Saúde e beleza

É importante que a tecnologia seja utilizada não só para o armazenamento de dietas e comparativos de tratamento. Com isso em mente, invista em uma plataforma que permita a inserção de dados referentes a exames médicos.

Cadastrando os resultados dos exames e condições fisiológicas, você poderá garantir que as dietas se adequem à sua rotina e necessidades físicas, sempre preservando o bem-estar.

Aliado seguro

De acordo com as informações acima, podemos notar que, ao investir em um software de nutrição, é possível obter diversos benefícios. Como profissional, vale visar sempre uma melhor qualidade de serviços e confiabilidade na relação entre nutricionista e paciente. Por isso, avalie as opções de planos e softwares, e impulsione a sua carreira e os resultados.

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Nutricionistas em formação: confira 8 dicas para apresentar TCC

Sabemos que o curso de nutrição é bastante complexo, e envolve um ensino bem diverso sobre as mais variadas ciências relacionadas ao corpo humano e a sua relação com os alimentos. Mas é inegável que um dos maiores desafios de nutricionistas em formação é exatamente o de apresentar TCC.

Afinal, esse é um momento que mistura nervosismo e felicidade por concluir uma etapa tão importante na vida. E não é fácil ter a tranquilidade necessária para exibir os resultados da sua pesquisa para a banca de professores.

Então, para te ajudar com isso, preparamos este post com algumas dicas e sugestões para a sua hora de apresentar o TCC. Continue lendo e confira!

1. Estude minuciosamente o assunto

Por mais óbvia que essa dica possa parecer, o primeiro passo para apresentar TCC com maestria é ter o total domínio da matéria e dos itens de que você falará na sua apresentação.

E não é à toa: com tantos detalhes envolvidos nesse projeto, os estudantes podem até deixar um pouco de lado o mais importante, que é o conhecimento do trabalho.

Assim, ainda que você não precise decorar, propriamente, todos os detalhes, você deve ser capaz de dissertar e argumentar sobre os temas relacionados com o seu trabalho de conclusão de curso. Então, leia, releia e certifique-se de que você sabe sobre o que escreveu mais do que qualquer outra pessoa.

2. Elabore um roteiro de apresentação

Um roteiro de apresentação é sempre muito bem-vindo para quem está elaborando o seu TCC, pois ajuda a passar por cada etapa com mais precisão e evita eventuais esquecimentos.

Sendo assim, uma boa ideia é, depois de ler e reler o seu trabalho, começar a anotar os pontos principais do conteúdo em forma de tópicos. Crie uma espécie de script, claro e eficiente, para a sua dissertação, estruturado com uma introdução, um desenvolvimento e uma conclusão.

Defina estrategicamente o que será necessário destacar durante o tempo da sua fala, e lembre-se de que ele será limitado a alguns minutos. Isso também pode, aliás, servir como base para a elaboração dos seus slides.

3. Ensaie diante de outras pessoas

Mesmo que você seja comunicativo e pouco tímido, não vá contando que será fácil chegar diante da banca, falar e correr para pegar o seu diploma. Na hora, o desafio pode ser maior do que você pensava!

É importante ter em mente que o seu trabalho precisa ser compreendido e avaliado pela banca e pelos expectadores. Por isso, ensaiar diante do espelho e, posteriormente, diante de outras pessoas pode ser uma atitude inteligente para quem vai apresentar TCC.

Pratique duas, três, várias vezes. E, além do seu roteiro de fala, aproveite o ensejo para se preparar também para os comentários e questionamentos dos mestres e professores.

4. Invista no material da apresentação

Embora a estrela da noite seja a qualidade do conteúdo que você está apresentando, o material de apresentação também é um coadjuvante muito importante para quem vai apresentar o TCC. Basicamente, você precisará de um bom computador e um projetor — além dos slides que você montará.

Quanto a isso, procure não exagerar na quantidade de informações, pois a poluição visual pode distrair muito a atenção.

Lembre-se de que esse material existe apenas para te dar um suporte ao administrar e ilustrar sua apresentação. Portanto, as fontes e os recursos gráficos devem estar padronizados, e o texto deve ser o menor possível em cada slide.

5. Assista a outras apresentações

Essa é uma dica muito valiosa, mas que poucos estudantes seguem para apresentar TCC. Quando você separa um tempinho para assistir a outras apresentações, consegue enxergar melhor os desafios e compreende com mais precisão como funciona esse momento na maioria das instituições de ensino.

Então, aproveite o ensejo para ver como se comportam os alunos, o público em geral e os examinadores. E atente-se, sobretudo, ao processo da defesa, incluindo as perguntas que a banca faz aos examinados. Isso contribui para reduzir o medo natural da ocasião e acaba com o mistério que a envolve.

6. Mantenha uma boa postura

É importante ter uma boa postura na hora de se postar diante do público, não é mesmo? Quanto a isso, a melhor dica é tentar se adequar aos procedimentos e ao ritual que a ocasião demanda dos nutricionistas em formação.

Comece se vestindo de forma adequada e discreta: afinal, lembre-se de que a estrela da noite é o conteúdo do seu TCC. Nesse sentido, uma boa dica é dar preferência às cores neutras, como o preto, o cinza e o branco.

Também é fundamental prestar atenção à forma como você se move, evitando gestos muito abruptos e andar demais pela sala, pois isso pode acabar desviando a atenção dos professores e demais presentes da sua fala.

7. Faça exercícios vocais e corporais

Fazer exercícios vocais e corporais também é importante, para garantir que, além de todo o conhecimento teórico, você terá excelentes condições físicas para fazer uma apresentação incrível do seu TCC.

Um corpo saudável sustenta melhor a mente, e você deve apostar nesse quesito. Então, não exagere nas atividades ou na alimentação nos dias que antecederem a sua explanação.

Além disso, boas dicas são apostar nas sessões de alongamento, ioga, caminhadas, e no que mais te ajudar a relaxar nesse momento de tensão. E, nos dias anteriores à apresentação, beba bastante água e tenha um bom descanso.

8. Tente relaxar antes

Enfim, quando chegar o dia de apresentar TCC, você já não terá muito o que fazer. O ideal, portanto, é dar uma repassada tranquila no texto, observar os pontos mais importantes e, acima de tudo, relaxar.

Invista nas atividades descontraídas, que joguem o seu nervosismo para bem longe. Ouça suas bandas favoritas, saia para um passeio leve, veja um filme interessante, bata um bom papo com amigos ou parentes. E faça exercícios de respiração e alongamento.

Se você tiver seguido todos esses passos, e preparado tudo com antecedência, não há o que se preocupar: a sua apresentação será um sucesso!

E aí, gostou dessas nossas dicas para apresentar TCC? Então, que tal agora compartilhá-las com seus amigos nas redes sociais?

Conheça 5 sites e revistas de nutrição que você deve acompanhar

A importância do nutricionista está em alta em decorrência de uma maior preocupação das pessoas com a saúde, a estética e o bem-estar. Para atender às demandas do mercado, manter-se atualizada é imprescindível, e a maneira mais rápida, acessível e confiável é acessar sites e revistas de nutrição com credibilidade e competência reconhecidas.

Montar um consultório próprio faz parte dos seus planos? Então, além da vontade de empreender e se atualizar, será preciso entender como usar a tecnologia a seu favor.

Agilidade, flexibilidade de horários e melhor gestão de tempo são alguns dos benefícios que a tecnologia pode te oferecer.

Selecionamos 5 plataformas especializadas em nutrição, que oferecem conteúdo relevante, de fácil acesso, diversificado e atualizado. E o melhor: elas ajudarão você a entender os benefícios da tecnologia. Confira!

1. Revista Nutrição em Pauta

Atuante no mercado de nutrição há cerca de 20 anos, seu conteúdo chama a atenção pela diversidade de assuntos e quantidade de material disponível.

O nutricionista poderá navegar pelas edições mensais da revista, preferencialmente digitais, sendo que nos meses pares do ano são liberadas também edições impressas.

Se preferir publicações mais direcionadas, estão disponíveis mais de 3 mil artigos, contemplando assuntos diversos, tais como:

  • Nutrição clínica.
  • Foodservice (mercado de alimentação fora do lar).
  • Nutrição e pediatria.
  • Gastronomia.
  • Alimentos funcionais.
  • Nutrição esportiva.
  • Saúde pública.

Além dessa diversidade de assuntos, a revista traz também alguns dos principais eventos relacionados à nutrição, ações sociais e notícias científicas.

Entrevistas com profissionais que são referência em nutrição também podem ser acessadas. Um dos assuntos que vale a pena conferir é a entrevista com as doutoras Solange de Paula Coelho e Sônia Maria O. Russo sobre o tema “Aspectos psicológicos dos transtornos alimentares”.

2. Revista do Conselho Federal de Nutricionistas

Publicação com periodicidade quadrimestral, sua última edição foi a de número 50, com foco em “Água e agroecologia: essenciais para a saúde humana e do planeta”.

As edições trazem temas ligados à nutrição e à prática dos profissionais, sempre objetivando o aperfeiçoamento e a contribuição com temas relevantes e atuais.

Outro foco importante é a segurança alimentar e nutricional, tema de vários boletins periódicos, que podem ser acessados mediante um cadastro para recebimento regular deles diretamente em seu e-mail. Entretanto, ao acessar o site, todos estarão disponíveis, mesmo sem cadastro.

O site traz as relevantes ações do Conselho Federal de Nutricionistas, notas rápidas sobre o assunto, matérias sobre os eventos ligados ao tema e entrevistas com profissionais de destaque.

Outra parte do portal traz vídeos relacionados à área, com destaque para os seguintes:

  • Dia Mundial da Alimentação.
  • Vídeos institucionais sobre a atuação do Conselho Federal de Nutricionistas.
  • Vídeos comemorativos do “Dia do Nutricionista”.
  • Doenças causadas em função da má alimentação, principalmente o câncer, e possibilidades de tratamento.

A diversidade dos temas e tipos de publicações torna a visita ao portal bastante agradável e contribui para atualização e aperfeiçoamento dos profissionais envolvidos.

3. Revista Nutrionline

O portal Nutrionline tem como política o acesso pago às revistas, quem têm periodicidade mensal. Entretanto, edições extras estão disponíveis para download, sem custo. As publicações podem ser acessadas também por dispositivos móveis, a qualquer tempo e em qualquer lugar.

As notícias científicas trazem sempre personalidades do mundo da nutrição, destacando temas interessantes, como:

  • Processo de detoxicação (eliminação de substâncias consideradas tóxicas ao organismo).
  • Estratégias nutricionais para prevenção de lesões no esporte.
  • Modulação nutricional em mitocôndrias.

Outros componentes do conteúdo rico e diverso contemplam:

  • Cursos online, com destaque para o curso “Pele, rugas e antioxidantes”.
  • Vídeos de receitas funcionais, em que profissionais publicam receitas que enriquecem as dietas.
  • Entrevistas com profissionais que são referência na área.
  • Videoteca com vários documentários sobre nutrição, gastronomia e funcionalidade dos alimentos.
  • Biblioteca com indicações dos últimos livros lançados.
  • Cursos e eventos sobre nutrição.
  • Prateleira saudável: banco de dados com sugestões de produtos saudáveis, aplicabilidade e funcionalidades que aperfeiçoam a prática clínica.

4. Portal do Conselho Regional de Nutricionistas – 3ª região

O Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª região traz informações relevantes para atualização de todos os profissionais da área, pois o acesso se dá sem restrições, independentemente da região de atuação.

As revistas abordam temas da atualidade, tais como:

  • Nutrição na rede      trata da aplicabilidade da tecnologia para o profissional     , tema da última Conferência Internacional sobre Nutrição, realizada em Boston – MA, nos Estados Unidos, que abordou o uso das redes sociais pelos profissionais de nutrição.
  • Fitoterapia e o melhor aproveitamento das propriedades curativas das plantas.
  • Prescrição de suplementos alimentares: cuidados a serem adotados.
  • Geração “Y”: como atuam os jovens nutricionistas?
  • Nutricionistas e suas relações com as redes sociais.

O portal traz notícias não apenas sobre o tema nutrição, mas sobre eventos da área e assuntos relacionados às políticas de regulamentação do trabalho do profissional.

Diferentemente dos demais portais, esse traz materiais orientativos, divididos em folders (folhetos com dobras), com temas diversos, dentre eles:

  • O papel do nutricionista nas escolas.
  • Atuação de nutricionistas em hospitais.
  • O papel dos nutricionistas na saúde coletiva.
  • O nutricionista e as redes sociais.

Como vemos, vários sites e revistas têm abordado a relação entre o profissional de nutrição e a tecnologia, seja por meio das redes sociais ou de aplicativos que facilitam a rotina diária. Como o tempo tem se tornado escasso e precioso, ferramentas de otimização e agilidade se tornaram imprescindíveis.

Outras informações disponíveis no portal são:

  • Bolsas de emprego.
  • Cadastro de nutricionistas.
  • Concursos.
  • Cursos e eventos.

5. Nutrisoft Brazil

Plataforma de alta tecnologia, esse portal se utiliza de crowdsourcing (trabalho coletivo) e inteligência artificial para coletar dados e transformá-los em informação.

Em resumo: o portal da Nutrisoft reúne informações atualizadas de diferentes portais com relevância para a área de nutrição, reunindo-as em um único endereço virtual.

E como estamos falando da aplicabilidade da tecnologia para o nutricionista, todo esse conteúdo está disponível também em seu dispositivo móvel, permitindo o acesso à informação onde você estiver e a qualquer hora.

Mas as vantagens não param por aí. A Nutrisoft aproxima nutricionistas de pacientes, aumentando a adesão ao tratamento e, consequentemente, a eficiência do atendimento.

Pacientes e profissionais têm, na palma de suas mãos, toda a tecnologia desenvolvida para gerar informação, gerir tempo e consultas por meio da centralização de dados, como anamneses, avaliações, recordatórios e planos alimentares, tudo junto em um só dispositivo, facilitando o acesso quando for necessário.

Seja você uma profissional de mercado, locada em uma instituição de saúde, ou uma empreendedora que deseja vencer os desafios de ter uma clínica própria, informações relevantes e atualizadas não podem faltar em sua carreira.

E se você idealiza se tornar uma Personal Diet, adotar essas sugestões permitirá que você possa atender mais pessoas, em menor espaço de tempo e sempre com qualidade.

Imagine quanto tempo você conseguiria ganhar tendo todos os sites e revistas de nutrição na palma de suas mãos. E com esse tempo a mais, você ainda poderia desenvolver um relacionamento mais produtivo e constante com seus pacientes. 

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Como montar um plano alimentar para um paciente

Conciliar rotina e inúmeros perfis de pacientes pode se tornar uma tarefa complicada. Para melhorar a organização e otimizar a atuação na vida profissional, é importante que o nutricionista saiba utilizar metodologias e tecnologias a seu favor. Assim, sente-se mais seguro para fazer boas consultas e planos alimentares específicos para cada cliente.

Para saber como montar um plano alimentar e cativar a confiança de seus pacientes, leia as dicas que preparamos neste post!

Conheça o perfil do paciente

O nutricionista não só deve se interessar por informações nutricionais, como também pela rotina e responsabilidades dos seus clientes. Dessa forma, ambos chegam a um consenso sobre o plano alimentar adotado.

A parceria é fundamental para o sucesso e conquista dos objetivos. Por isso, pacientes e nutricionistas devem manter uma relação não só para ter sucesso na alimentação, mas também numa melhoria de rendimentos e tarefas do cotidiano.

Veja a seguir algumas perguntas importantes para determinar horários e rotinas de um paciente:

  • Tem filhos?
  • Estuda?
  • Trabalha?
  • Faz atividades físicas? Se sim, durante quanto tempo?
  • Pode facilmente transportar refeições?
  • Em qual horário costuma acordar?
  • Em qual horário costuma dormir?

Investigue avaliações nutricionais anteriores

Antes de conquistar qualquer benefício, paciente e nutricionista devem conversar sobre o porquê dele estar ali. Para que comparações sejam feitas, analise o histórico nutricional: tendências nutricionais hereditárias, dietas anteriores e até mesmo o consumo de algum estimulante devem ser considerados.

Questione sobre possíveis alergias ou intolerâncias, prevenindo reações posteriores do futuro plano alimentar. A lactose e o glúten estão entre os mais comuns, portanto preste atenção nessas particularidades. O questionamento sobre transtornos alimentares e uso de drogas e medicações (contínuas ou não) é fundamental para a prevenção de reações adversas.

Faça avaliação física

O objetivo principal do nutricionista é montar um plano alimentar focado na busca por uma melhor qualidade de vida e saúde, mas sabemos que a grande maioria dos pacientes deseja, antes de tudo, mudanças nas medidas físicas.

A balança não demonstra a evolução de forma completa e detalhada. Por isso, um software e uma avaliação com bioimpedância são importantes para a comparação de percentuais de massa magra e gordura corporal — em algumas circunstâncias, os números da balança não sofrem grandes alterações, mas as porcentagens de gordura sim.

Lembre-se de registrar todos os dados no perfil do cliente, que deve ser armazenado em um software de segurança.

Evite se basear apenas em calorias

As consultas com os pacientes devem ser bastante esclarecedoras, e um dos erros mais comuns é a montagem de planos alimentares por contagem de calorias. É importantíssimo que cada pessoa tenha consciência de que seu plano alimentar deve ser voltado para a nutrição equilibrada, sem restrições calóricas que possam gerar consequências negativas à saúde.

Assim como qualquer ser humano, é natural que em alguns dias o corpo exija mais calorias, logo o plano alimentar não deve ser um regime do qual o paciente não possa escapar por um dia. O diálogo é a ferramenta utilizada para entrar em um comum acordo, mas é interessante que um nutricionista se posicione e dê dicas sobre como lidar com exceções, aversões e preferências alimentares.

O cardápio não deve ser pensado apenas com base na contagem de calorias ou metas diárias, mas incorporado à rotina do cliente, com perfil nutricional adequado.

Monte um cardápio diversificado

Ninguém se sente estimulado comendo as mesmas coisas todos os dias. Por isso, ao estabelecer os princípios para montar um plano alimentar, disponibilize variedades de alimentos. Assim, os cardápios não se tornam repetitivos e você diminui as oportunidades de deslizes na dieta.

Como profissional de saúde, tente desconstruir a ideia de que se consultar com um nutricionista é simplesmente buscar uma alimentação com regras impostas e imutáveis.

Primeiramente, identifique quais são os objetivos desejados, e em seguida apresente os principais planos alimentares, que devem ser adequados aos gostos de cada paciente. Oferecer opções de planos é a melhor alternativa para garantir que os pacientes consumam os nutrientes diários necessários e se mantenham mais próximos dos objetivos.

Esclareça quais serão os reais benefícios e, com variações possíveis, renove a motivação dos pacientes para que se sintam cada vez mais capazes de garantir a reeducação alimentar e o corpo desejado.

Estimule o paciente a uma mudança de vida

Muita gente chega aos consultórios apenas com a esperança de resultados rápidos (ou até mesmo milagrosos). Cabe ao nutricionista não só montar um cardápio funcional, mas conversar com o paciente e trazê-lo para a realidade. Mostre que um novo corpo e uma alimentação equilibrada requerem não uma mudança de hábitos saudáveis por um período determinado, mas sim a adoção de um novo estilo de vida.

Esclareça que, se ele comer alimentos pouco nutritivos, a possibilidade de manter medidas e nutrição favoráveis é bem pequena. Por isso, deve dar preferência àquilo que foi acordado no plano alimentar.

O histórico de vida do paciente deve ser respeitado, portanto tome sempre cuidado sobre como falar certos assuntos. Ele pode se sentir desconfortável com abordagens tendenciosas.

É fundamental que o paciente tenha consciência de que não há planos alimentares milagrosos. Logo, os resultados se tornarão reais não só pelo acompanhamento, mas com a adoção de atividades físicas regulares e alimentação saudável.

Faça bom uso da tecnologia

As ferramentas tecnológicas são muito convenientes para melhorar o desempenho e o rendimento no trabalho, e isso não é diferente com nutricionistas. Se você está com tarefas acumuladas e deseja uma alternativa para se organizar melhor e acessar dados rapidamente, avalie a possibilidade e entenda melhor como trabalha a Nutrisoft.

Um software não só auxilia profissionais iniciantes, mas também favorece a rotina dos mais experientes, possibilitando que tarefas sejam feitas de forma muito mais objetiva. Veja abaixo algumas informações que podem ser inseridas e acessadas de forma rápida durante uma consulta, otimizando o seu tempo:

  • Histórico e planos alimentares
  • Variações
  • Avaliações físicas
  • Resultados de exames
  • Objetivos
  • Particularidades

Os dados armazenados em forma física podem não só custar tempo no momento de busca, como também consumir espaço em seu consultório. Por isso, por que não pensar em versões digitais?

Dependendo do software e da plataforma escolhidos, as informações ficam acessíveis para profissionais e pacientes. A versatilidade da tecnologia permite ainda o acesso remoto e conexões com aplicativos.

Como profissional, reveja suas prioridades e investimentos. Reflita sobre as diferentes formas de montar um plano alimentar e avalie se um software não seria conveniente para melhorar sua atuação com os pacientes. O investimento pode não só lhe render resultados profissionais como pessoais, até mesmo para sua saúde, havendo menos problemas e maior  segurança de dados.

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Conheça o piso salarial do nutricionista e como ele é definido

O piso salarial é o valor mínimo que determinado profissional pode ganhar no exercício de suas atividades. No caso do piso salarial do nutricionista, trata-se de uma responsabilidade dos sindicatos dos nutricionistas estabelecer valores e parâmetros.

Gostaria de saber mais sobre o piso do nutricionista? O post vai indicar mais detalhes sobre o assunto!

A legislação que trata do assunto

A Resolução CFN nº 380/2005 é a que sugere parâmetros numéricos de referência conforme as áreas de atuação e as atribuições no Anexo III.

Também existem PLs (Projetos de Lei) em tramitação no Legislativo nacional que tratam do assunto. O acompanhamento desses trâmites pode ser realizado ao acessar o site da Câmara dos Deputados.

O PL nº 5439/2009 fala sobre o piso salarial do nutricionista (proposta de piso salarial de R$ 4.650). Esse PL foi arquivado no dia 17/09/2015.

O PL nº 6819/2010 altera a Lei nº 8.234, de 1991, sobre a jornada e as condições de trabalho dos nutricionistas. Esse PL propõe 30 horas semanais, uma quantidade mínima de nutricionistas em certas áreas de atuação e também garante o adicional de insalubridade. Esse projeto está aguardando Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.

Para mais esclarecimentos, o nutricionista deve contatar a FNN (Federação Nacional dos Nutricionistas) ou o sindicato de sua região. No site da FNN há uma tabela que orienta pisos salariais.

O piso salarial do nutricionista é variável

O piso salarial do nutricionista não é fixo, mas varia conforme o estado. Também pode variar de acordo com as áreas de especialização, os títulos, a experiência profissional e o segmento econômico.

Entre as áreas possíveis de atuação para um profissional de nutrição estão: clínicas; hospitais; consultórios; saúde pública; educação nutricional; restaurantes industriais; clubes desportivos; marketing e indústria alimentícia; docência; pesquisa.

O nutricionista pode se fazer presente em diferentes áreas, como alimentação coletiva, saúde coletiva, carreira acadêmica, indústria de alimentos e nutrição esportiva.

A alimentação coletiva, vale dizer, envolve a alimentação escolar e do trabalhador, bem como a dos restaurantes industriais e outros estabelecimentos.

A saúde coletiva consiste na elaboração de programas e políticas institucionais, em vigilância da saúde, nas unidades de atenção básica de saúde, nos grupos de apoio, nos ambulatórios e assim por diante.

O nutricionista que atua na indústria alimentícia desenvolve produtos e efetua o controle de qualidade.

A nutrição esportiva responsabiliza-se pela promoção, recuperação e manutenção da saúde e da performance de esportistas amadores em academias, clubes, times e eventos esportivos.

O profissional que abraça uma carreira acadêmica trabalha na área educacional, ensinando, pesquisando, coordenando cursos, em extensões, etc.

Para demarcar o piso do nutricionista deve-se antes entender o que é uma USN. Trata-se da Unidade de Serviço em Nutrição, a qual serve como unidade para identificar valores (1 USN, 2 USNs, 6 USNs e assim por diante).

A tabela de honorários da FNN

De acordo com a já citada tabela da FNN, alguns valores mínimos de referência são:

  • USN: R$ 59,46;

  • Piso nacional de referência (44 horas semanais): R$ 2.389,36, sendo a hora técnica avaliada em R$ 89,20;

  • Consultas: nutrição clínica, R$ 118,92; nutrição domiciliar, R$ 178,38;

  • Treinamento em nutrição e dietética: R$ 178,38/hora;

  • Palestras: R$ 356,76/hora;

  • Manual de Boas Práticas: R$ 2.675,70;

  • Rotulagem de Alimentos: R$ 594,60 (lote inicial).

O piso salarial do nutricionista e as médias em alguns estados

Em São Paulo, o sindicato demarca os valores por setor em que o profissional atua. Se for na indústria e comércio, será de R$ 2.383; em hospitais e clínicas, R$ 2.500; nos refeitórios coletivos, R$ 2.155.

Já na Bahia, o piso salarial do nutricionista gira em torno de R$ 2.963. No Mato Grosso, esse piso é de R$ 2.703. Ambos consideram 40 horas semanais.

A média salarial de 11 estados segue a lista em ordem decrescente de colocação:

  • 11º Goiás: R$ 1.942;

  • 10° Paraná: R$ 1.956;

  • 9º Minas Gerais: R$ 2.077;

  • 8º Pernambuco: R$ 2.114;

  • 7º Espírito Santo: R$ 2.133,;

  • 6º Bahia: R$ 2.142;

  • 5º Distrito Federal: R$ 2.171;

  • 4º Rio Grande do Sul: R$ 2.191;

  • 3º Santa Catarina: R$ 2.337;

  • 2º São Paulo: R$ 2.354;

  • 1º Rio de Janeiro: R$ 2.357.

Conforme a lista acima, o estado que melhor paga ao nutricionista é o Rio de Janeiro (Região Sudeste), seguido imediatamente por São Paulo, na mesma região (uma diferença pequena de R$ 3 entre um e outro).

Na Região Nordeste, a Bahia é o estado que paga melhor. A Região Sul destaca-se, principalmente, com Santa Catarina. No Centro-Oeste, quem melhor paga é o Distrito Federal, situado na cidade de Brasília, no estado de Goiás.

A atenção a outros critérios

As áreas que melhor pagam ao profissional de nutrição são: turismo e hotelaria; empresas de logística e armazenagem; empresas de eventos; prestadoras de serviços e o comércio varejista.

Contudo, conforme o site Love Mondays, os salários mais elevados estão na indústria farmacêutica, sendo pagos a profissionais que cuidam da alimentação dos funcionários da empresa, preparando cardápios.

De acordo com esse mesmo site, os nutricionistas também são bem remunerados em empresas automobilísticas e em alguns órgãos públicos. Em seguida, vêm hospitais e empresas prestadoras de serviços hospitalares.

Os salários menores pertencem aos restaurantes de pequeno porte, às prefeituras de cidades interioranas, às escolas e aos hospitais que procuram nutricionistas formados recentemente.

O SINE (Site Nacional de Empregos) apresenta o seguinte panorama conforme a experiência do nutricionista:

  • recém-formado: entre R$ 1.425 e R$ 2.409;

  • 2 a 4 anos de experiência: entre R$ 1.782 e R$ 3.011;

  • 4 a 6 anos de experiência: entre R$ 2.227 e R$ 3.764;

  • 6 a 8 anos de experiência: entre R$ 2.784 e R$ 4.705;

  • mais de 8 anos de experiência: entre R$ 3.480 e R$ 5.882.

Quanto à média dos salários de acordo com as áreas de especialização, o site Catho oferece a seguinte tabela para nutricionista: de produção, R$ 2.079,13; comercial, R$ 2.160,21; clínico, R$ 2.079,67; esportivo, R$ 2.022,12; de qualidade, R$ 1.943,39.

O site acima faz uma avaliação considerando o valor para um único cargo. Mas, é comum que profissionais de saúde trabalhem em mais de um local, podendo acumular ganhos muito superiores.

A especialização pode aumentar em até 30% o salário do profissional de nutrição. Essa especialização pode ser presentada por um curso de pós-graduação ou MBA, por exemplo. Os que tiverem mestrado ou doutorado certamente gozam de mais vantagens remuneratórias.

Outras diferenças acontecem em função de o profissional ter domínio de outro idioma ou em razão do sexo (as mulheres levam vantagem sobre os homens em todas as áreas de atuação).

O que você pensa sobre o piso salarial do nutricionista em seu estado? Acha satisfatório? Dê a sua opinião, deixe seu comentário.

8 passos para tornar suas consultas mais produtivas

O atendimento de um nutricionista é bem diferente de um médico. Para prescrever uma dieta, você precisa realizar uma detalhada entrevista com o paciente levando em consideração sua rotina, hábitos, doenças e outros detalhes importantes. Nesse contexto, é essencial tornar as consultas mais produtivas a fim de otimizar o tempo. 

A boa notícia é que existem alguns truques capazes de tornar suas consultas mais práticas e rápidas — sem perder a qualidade, é claro. Um deles é a utilização de softwares inteligentes, essenciais para aumentar a produtividade dos profissionais da saúde.

Ficou interessado no assunto? Então veja estes oito passos para tornar as consultas mais eficazes e  fidelizar ainda mais pacientes. Acompanhe conosco!

1. Invista em softwares de nutrição 

Sem dúvida alguma, os softwares de nutrição são as principais ferramentas para tornar as consultas mais proveitosas. Eles ajudam a ordenar a agenda e a organizar a ficha dos clientes, incluindo as avaliações clínicas e nutricionais. Além disso, possuem diversos planos alimentares e permitem que a prescrição dietética seja enviada diretamente para o celular do paciente. 

Alguns softwares — como a NutriSoft —  ainda disponibilizam uma avaliação completa, com cálculos dinâmicos, gráficos e relatórios. Definitivamente, é a melhor opção para os nutricionistas que desejam tornar os seus atendimentos mais ágeis e modernos. 

2. Faça uma lista com algumas perguntas prévias 

Muitas vezes, o paciente chega a uma consulta sem saber exatamente o motivo que o levou até ali. Por isso, pode ter dificuldades em se expressar e dizer exatamente o que deseja com a dieta: emagrecer, mudar alguns hábitos, reeducar-se ou ganhar massa muscular.

Para otimizar o tempo, é essencial que o nutricionista faça uma lista com algumas questões prévias. Pergunte ao cliente sobre seus hábitos alimentares regulares, se pratica alguma atividade física, o que não consegue ficar sem comer, entre outros pontos indispensáveis para uma mudança de alimentação eficaz. 

Dessa forma, você não perde tempo com conversas desnecessárias e vai direto ao ponto. Caso seja uma consulta de retorno, também é interessante separar alguns minutos antes para estudar a ficha do paciente.

3. Pergunte alguns detalhes ao paciente antes de marcar a consulta

Conhecer um pouco sobre seu cliente antes de recebê-lo vai ajudar muito no seu atendimento e deixar uma boa impressão. Uma consulta nutricional de uma criança é totalmente diferente da de um atleta, por exemplo.

Por isso, converse com a sua secretária e peça para ela perguntar alguns detalhes, como a idade, gravidez ou prática de atividades físicas intensas. Desse modo, você estará preparado quando a pessoa entrar em seu consultório. 

Para cada um dos públicos, é preciso realizar um atendimento diferenciado. Veja algumas dicas.

  • Crianças: é essencial falar de alimentação de forma lúdica e divertida. Lembre-se de analisar os hábitos alimentares de toda a família para prescrever uma dieta que esteja de acordo com a realidade.
  • Adolescentes: ao contrário das crianças, os adolescentes devem entrar na consulta sozinhos para que não fiquem inibidos com a presença dos pais. É muito importante ganhar a confiança deles.
  • Adultos: faça com que a consulta não se torne um bate-papo. Siga a sua lista de perguntas e interrompa o paciente se for preciso, de forma sutil e educada. 
  • Idosos: tenha paciência e seja atencioso. Fale calmamente mais alto ou, caso o idoso tenha dificuldades de audição, escreva a pergunta em um papel.
  • Gestantes: o ideal é pedir que a gestante leve todos os exames no momento da consulta, incluindo os de sangue e os de imagem.
  • Atletas: a melhor maneira de otimizar uma consulta com um atleta é entender qual esporte ele pratica e quais são as suas necessidades de suplementação. 

4. Tenha em mãos um catálogo de alimentos 

Seja de forma online ou em tradicionais papéis, é necessário ter em mãos um catálogo de alimentos com seus respectivos nutrientes. Assim, fica mais fácil montar as dietas de acordo com as necessidades do paciente.

Caso queira agilizar ainda mais a consulta, lembre-se que os softwares de nutrição são capazes de analisar as informações e montar cardápios personalizados. 

5. Seja uma espécie de coach 

Com as informações cada vez mais acessíveis, atualmente a maioria dos pacientes já possuem uma noção sobre o que consiste uma alimentação saudável. No entanto, muitos não sabem — ou não têm motivação — para alterar os hábitos e a rotina. 

Nesse sentido, não basta prescrever alimentos. É preciso incentivar os pacientes para que eles abandonem antigos hábitos e acreditem na implementação de uma nova rotina. 

6. Não tolere atrasos sem aviso prévio

É claro que imprevistos acontecem, mas algumas pessoas podem se atrasar sem avisar previamente ou sem ter uma boa explicação. Nesses casos, considere descontar os minutos atrasados no momento da consulta. 

No entanto, fique atento: para exigir que os seus pacientes sejam pontuais, você também deve ser! Siga à risca a agenda e avise sempre que acontecer algum imprevisto e o atendimento tiver que ser adiado — mesmo que seja só por alguns minutos.

7. Conduza a consulta 

O atendimento humanizado é cada vez mais valorizado no meio da saúde. Para que ele ocorra, é preciso ouvir atentamente o paciente. No entanto, isso não quer dizer que a consulta precise se tornar um grande bate-papo.

Conduza a consulta de acordo com o que foi planejado por você. Caso o paciente comece a falar sobre outros assuntos, retorne ao rumo correto educadamente. A conversa desnecessária é um dos principais fatores que tornam as consultas mais longas e improdutivas. 

8. Utilize a tecnologia ao seu favor 

Além dos softwares existentes, utilize recursos como WhatsApp, e-mails e outras redes sociais para otimizar o seu tempo. Por exemplo, ao invés de imprimir uma lista enorme com o cardápio da semana, que tal enviá-la por e-mail? Caso opte por softwares ou aplicativos, lembre-se de que a dieta ficará disponível tanto para você quanto para o paciente. 

Vale lembrar que as redes sociais também são excelentes meios de atrair clientes. Utilize-as dando dicas úteis e rápidas sobre alimentação e qualidade de vida.

Quer começar a tornar as suas consultas mais produtivas agora mesmo? Então, teste gratuitamente o nosso software de nutrição durante 30 dias e conheça tudo o que ele pode fazer por você!

Como incorporar aplicativos de nutrição no atendimento dos consultórios

Você é um nutricionista formado que pretende abrir sua própria clínica, mas não tem ideia de como fazê-lo? Quer atrair pacientes e mantê-los interessados, e ainda melhorar a produtividade do seu consultório? Realmente, em um mercado tão competitivo, é difícil se destacar diante de tanta oferta.

Mas sabemos que a tecnologia está presente no nosso dia a dia, e está na hora de utilizá-la para a sua ascensão profissional. Afinal, já ouviu a frase “se não pode vencê-los junte-se a eles”? Pois é: hoje, há diversos aplicativos de nutrição no atendimento dos consultórios que podem te ajudar!

De fato, os softwares voltados para os nutricionistas — assim como os aplicativos para celulares que seus pacientes podem utilizar — são capazes de otimizar suas consultas, filiar pacientes e facilitar seus atendimentos.

Por isso, no post de hoje veremos 8 dicas para incorporar aplicativos de nutrição no atendimento dos consultórios. Então, continue lendo e confira com eliminar a concorrência, otimizar suas consultas e conquistar mais pacientes!

1. Utilize as redes sociais

Não há dúvida de que a divulgação de diversas profissões por meio do Facebook e Instagram está em alta. Então, por que não utilizar esses meios para a promoção dos nutricionistas também?

As redes sociais são ótimas para dar dicas rápidas a leitores interessados e atraí-los para uma consulta. Você poderá agregar muitos pacientes por meio desses aplicativos, além de oferecer informações importantes para os seus pacientes.

Nesse sentido, uma boa ideia é escrever posts com dicas de dietas e receitas, sempre se atentando aos assuntos pelos quais o seu público-alvo possa ter interesse. Procure também escrever textos que sanem dúvidas dos seus potenciais fregueses, e que os incentivem a entrar em contato com sua clínica.

2. Organize seu consultório

A tecnologia pode te ajudar também na organização das suas fichas de pacientes, principalmente se você estiver pensando em abrir uma clínica e ainda não tem secretária. Nesse caso, você pode utilizar um programa próprio para nutricionistas e diminuir a papelada! Além disso:

  • armazene as fichas dos seus pacientes por meio do software, eliminando o perigo de perder informações importantes, e tenha acesso aos dados de forma prática, sem precisar procurar em uma montanha de papéis;

  • registre com facilidade a anamnese do seu paciente, com os exames laboratoriais, histórico de doenças, sinais e sintomas e até os remédios ingeridos;

  • faça sua prescrição dietética detalhada e tenha à mão modelos de cardápios.

3. Faça cálculos e a avaliação antropométrica automaticamente

Com a ajuda de um aplicativo, você não vai precisar mais fazer cálculos durante as suas consultas! Assim, poderá utilizar o seu tempo para conhecer melhor o seu paciente, tirar suas dúvidas e planejar uma dieta mais personalizada.

Em alguns softwares, basta colocar as medidas do paciente: o percentual de gordura, massa muscular e gasto energético já serão calculados automaticamente. Isso garante a otimização do seu atendimento e uma maior satisfação dos seus pacientes.

4. Traga o diário alimentar ao alcance dos dedos

Apesar de ouvir do nutricionista o quanto é importante se ater à dieta, muitas pessoas não conseguem entender o quanto custam aquelas pequenas “escorregadas”. Ao utilizar esse instrumento seu paciente conseguirá ver com mais clareza o quanto é importante se ater ao plano alimentar proposto

Com o auxílio de aplicativos, seu paciente consegue selecionar os alimentos que consumiu, assim como a quantidade de cada um deles. Na mesma hora, o celular mostrará a quantidade calórica ingerida.

Grosso modo, essa é uma maneira de atraí-lo no planejamento dietético, demonstrando a relevância da sua participação e do seu comprometimento para atingir os resultados esperados.

5. Calcule o gasto energético em um toque

Quando seu paciente fizer exercícios, ele poderá acessar um aplicativo no celular e selecionar o tipo de atividade e sua duração — em seguida, o gasto energético será calculado na hora.

Assim, além de verificar a quantidade calórica gasta, seu paciente poderá acompanhar os tipos de atividades físicas que prefere, podendo escolher entre aquelas que gastam mais calorias, por exemplo. E aprenderá a otimizar seu gasto energético, adequando-o aos seus hábitos diários.

Alguns aplicativos ainda oferecem dicas de exercícios e montam circuitos de atividades; quase como um personal trainer ativado por um simples toque.

6. Crie histórico individual de cada paciente

Sabemos que o público que procura nutricionistas é muito variado; existem pessoas que querem perder peso, que desejam ganhar massa magra, e alguns ainda necessitam de dietas restritas. Pensando nisso, foram desenvolvidos aplicativos de nutrição no atendimento dos consultórios que oferecem acesso a um histórico individual.

Nesse espaço, ficam disponíveis as informações pessoais do paciente, dietas anteriores e o mais importante: a evolução do caso. E poder mostrar ao seu paciente todo o desenvolvimento do caso, com cada objetivo alcançado ao longo da trajetória, sem dúvidas será muito útil.

Afinal, quando uma pessoa emagrece ou ganha massa magra, é difícil ter a noção do quanto isso modificou a sua qualidade de vida. Geralmente, não lhe é tão clara a lembrança de como era antes do acompanhamento nutricional. Por isso, relembrá-la de tempos em tempos pode encorajá-la a continuar sendo seu paciente.

7. Acompanhe o peso de seus pacientes

Alguns aplicativos têm um espaço destinado às pesagens diárias ou semanais. Com eles, seu paciente pode se pesar em casa e acompanhar a própria evolução. E isso é particularmente bom porque, ao se deparar com resultados positivos, o paciente tende a ficar mais motivado e a permanecer focado em seu objetivo.

O que não significa, contudo, que ele não precisará mais ir às consultas, mas sim que os seus atendimentos serão mais bem aproveitados. Assim, você terá mais tempo para identificar as dificuldades dos seus pacientes e encontrar uma forma de ajudá-los a superar esses obstáculos.

8. Atenda pacientes de todos os perfis com facilidade

Um bom software, por fim, deve ter uma ampla base de informações para ser capaz de facilitar o acompanhamento e a montagem de planos alimentares para diversos perfis de pacientes mulheres e homens, crianças e idosos, grávidas e lactantes etc. E sempre respeitando as preferências e necessidades nutricionais de cada um.

Alguns softwares, inclusive, facilitam a substituição de alimentos no plano dietético, facilitando a vida das pessoas que possuem muitos compromissos e pouco tempo para preparação das refeições, por exemplo.

Enfim, como vimos, a tecnologia veio para ser uma aliada; seu objetivo é facilitar as coisas. Então, não se deixe intimidar, e utilize tudo o que ela tem a oferecer para tornar a sua vida mais produtiva. Desfrute das oportunidades por ela apresentadas e conquiste seus pacientes!

E aí, gostou das nossas dicas para utilizar aplicativos de nutrição no atendimento dos consultórios? Ficou interessado pelas facilidades dos programas voltados para nutricionistas? Então, aproveite agora para fazer um teste gratuito do nosso software!

Entenda o que é nutrição comportamental e como funciona

A relação que as pessoas têm com a comida vem se tornando cada vez mais complexa, você já percebeu? A clássica sensação de culpa após comer e a dificuldade para manter ou reduzir o peso são apenas algumas das consequências dessa conturbada relação.

Mas você já pensou que pode existir um meio para melhorar a relação dos seus pacientes com a comida sem causar tantos impactos negativos? É o caso da nutrição comportamental, que leva em consideração não apenas a comida, mas todo o comportamento relacionado a ela.

Pensando nos benefícios proporcionados pelo método, criamos esse post para ajudar você a melhorar a relação de muitas pessoas com a alimentação. Entenda melhor a seguir:

O que é a nutrição comportamental?

Apesar da grande quantidade de informações sobre alimentos e dietas, as pessoas continuam enxergando a comida como grande inimiga. A nutrição comportamental tem como objetivo mudar essa relação, fazendo com que as pessoas sintam prazer (e não culpa) em comer.

Esse método considera os aspectos emocionais, fisiológicos e sociais da alimentação. A mudança do comportamento alimentar proposta pelo método envolve estratégias de aconselhamento nutricional, técnicas do comer intuitivo, terapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional e táticas para comer com atenção plena.

Como ocorre a perda de peso?

Como o foco principal da nutrição comportamental é resgatar o prazer em comer, tornando a relação com o alimento mais saudável, a perda de peso não é tão imediata como acontece com algumas dietas. No entanto, isso está longe de significar que ela seja inexistente.

Os números diminuindo na balança passam a ser uma consequência do autoconhecimento. A pessoa passa a aprender a identificar suas emoções e a não buscar consolo nos alimentos, como acontece quando o estresse e a ansiedade tomam conta da rotina. Essa atitude está diretamente ligada com a perda de peso — ou seja, ela é consequência de uma série de comportamentos.

Isso pode parecer um ponto negativo, mas a permanência desses aprendizados pode ser a peça chave para conquistar os seus pacientes. Basta mostrar que não é preciso cortar nada da alimentação, apenas fazer escolhas certas nos momentos certos, respeitando as necessidades e as reações do corpo.  

Como adotar o método?

Por não se basear em dietas, a melhor forma de utilizar essa estratégia para ajudar os pacientes é através da orientação nutricional e da comunicação. O propósito aqui é entender a relação que o paciente tem com o alimento para, a partir disso, estabelecer uma orientação que vá funcionar para ele.

Perguntar ao paciente suas principais dificuldades, as experiências e o quão preparado ele está para mudar sua relação com a comida são boas formas de começar a entender como o paciente lida com o alimento, as emoções e as diversas situações do dia a dia.

A partir das respostas obtidas, dá-se início ao trabalho por meio de dois pilares da nutrição comportamental: a prática clínica e a comunicação.

A prática clínica

Nessa prática, acontece uma abordagem defendendo a real importância de entender como se come e não o que se come. Ou seja, mostrar que o foco é entender as relações envolvidas no ato de se alimentar ao invés de apenas contar calorias. Onde se come, quando, com quem, qual o sentimento, quais as dificuldades: é esse tipo de autoconhecimento que deve ser estimulado e compreendido.

Além disso, esse é o momento para fazer a orientação nutricional, baseada em estratégias que possibilitem a mudança do comportamento e também a melhora na relação com a comida.

A comunicação

Esse será o momento de informar, estimular a aceitação da alimentação saudável e também de influenciar o seu paciente. Isso pode ser feito através de mensagens positivas e ponderadas, as quais devem ser baseadas em estratégias comportamentais para terem efeito.  

Quem pode se beneficiar com a nutrição comportamental?

Não há restrições na nutrição comportamental. Afinal, estabelecer um vínculo saudável com a comida é uma excelente forma de começar a melhorar a alimentação em qualquer faixa etária.

Tal melhora é sucedida por escolhas inteligentes feitas não por obrigação ou devido a dietas restritivas, e sim ao conhecer o próprio corpo e suas necessidades.

Pessoas que não conseguem colocar dietas em prática ou que não conseguem se organizar para estabelecer uma alimentação saudável costumam ter bons resultados com esse método, pois passam a compreender a sua relação com a comida, o que facilita a mudança. Na maioria das vezes, é apenas isso que falta para essas pessoas se tornarem mais saudáveis.

Como o método pode melhorar a relação das pessoas com a alimentação?

Cada vez mais surgem dietas ou “tendências” que colocam um ou outro alimento na posição de saudável ou não saudável. O comportamento desencadeado por essa forma de se alimentar passa a transformar a comida em vilã, já que as pessoas passam a enxergar a comida como um conjunto de calorias, conturbando a relação com o alimento.

Dessa forma, o prazer de comer desaparece e dá lugar a uma geração de pessoas que esquecem que o problema não é o alimento, mas a relação que se estabelece com ele. E é justamente esse o ponto que a nutrição comportamental destaca.

Através de técnicas que ajudam a pessoa a entender os sinais do corpo, a reconhecer a fome, a ansiedade e inúmeros outros aspectos emocionais, sociais e fisiológicos o método faz as pessoas entenderem a real função do alimento no organismo. É dessa forma que o vínculo saudável com a comida se restabelece e o prazer em comer volta a fazer parte da rotina.

Em tempos onde os alimentos são divididos em saudáveis e não saudáveis e a comida é vista como inimiga, conhecer um método como a nutrição comportamental — que restabelece uma relação benéfica e prazerosa com o alimento — é um diferencial. Afinal, a satisfação não pode ser desconsiderada de um processo tão essencial e frequente como a alimentação.

O que você achou da nutrição comportamental? Acha que vai ser útil para seus pacientes? Compartilhe o post nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a conhecerem esse método inovador que melhora a relação das pessoas com os alimentos!

Como elaborar uma dieta completa para seus pacientes

Uma dieta completa e saudável deve ser composta por todos os grupos alimentares: proteínas, carboidratos, vegetais tipo A (verduras) e vegetais tipo B (legumes). Quanto mais equilibrada e variada, melhor para o paciente adquirir o hábito de consumir alimentos ricos em vitaminas e nutrientes essenciais para a saúde.

Mas você sabe como elaborar uma dieta completa para seus pacientes? Neste post daremos algumas dicas que vão ajudar no seu trabalho como nutricionista e empreendedora.  

Ficou interessada no assunto? Acompanhe então nosso artigo!

1. Escute seu paciente

O primeiro passo para elaborar uma dieta completa é você ouvir o paciente. Levante dados, como quantas vezes ele come por dia, horários, os alimentos de que gosta e os que não lhe caem bem no cardápio. Se é alérgico ou se tem intolerância alimentar e o que tem costume de comer.

Junte essas informações com a situação socioeconômica e faça o ajuste alimentar, não se esquecendo de respeitar sua cultura.

A melhor maneira de preparar uma dieta completa é você ouvir o que seu paciente tem a dizer. Portanto, escute sempre!

2. Calcule a quantidade de alimentos

É importante considerar o número de refeições diárias que devem ser de 4 a 6. Sendo que durante o dia há três principais que o paciente não deve pular: café da manhã, almoço e jantar.

Além dessas, também deve-se pensar nos intervalos que são os lanches: lanche da manhã, da tarde e da noite.

Faça uma estimativa do valor energético total (VET) considerando a atividade do seu paciente. As refeições principais devem conter até 40% do VET e as intermediárias 15%.

3. Insira todos os grupos alimentares na dieta

O paciente deve comer um pouco de tudo, mas de maneira moderada. A dieta deve ter proteínas, vitaminas importantes que são encontradas nas frutas, verduras e legumes e o carboidrato para ter energia.

Afinal de contas, você não quer que seu cliente sinta fraqueza ao realizar suas tarefas diárias. Por isso, calcule tudo de maneira adequada, seguindo os princípios do guia alimentar brasileiro e a pirâmide dos alimentos. Faça com que seu paciente tenha uma dieta saudável!

4. Utilize ferramentas para criar uma dieta completa

Uma boa dica é você utilizar ferramentas que ajudam a criar uma dieta balanceada e saudável. Uma delas é o Software para Nutricionistas. Ele melhora o trabalho do profissional, ajudando-o a calcular automaticamente medidas como percentual de gordura, gasto energético, massa muscular e outras informações importantes de acordo com os protocolos reconhecidos.

Além disso, o Software oferece um banco de dados com sugestões de cardápio e substituição dos alimentos, ajudando em todas as etapas do atendimento médico, já que, por meio de um aplicativo, auxilia na verificação do consumo de alimentos do paciente.

Dessa maneira, quem procura orientação nutricional tem o apoio no momento da consulta, na elaboração do plano alimentar e no pós-atendimento.

5. Elabore um cardápio semanal equilibrado

Um cardápio equilibrado é aquele que tem todos os grupos alimentares. No caso do almoço e do jantar, separamos algumas dicas:

Carboidratos

Você pode sugerir arroz ou macarrão integral, polenta ou mandioquinha cozida. Só não dá para misturar os carboidratos.

Saladas (Vegetais Tipo A)

Indique a vontade saladas de alface, escarola, rúcula ou agrião. Só peça para que seu paciente tome cuidado com os temperos e molhos. Também é importante não abusar do sal.  

Legumes (Vegetais Tipo B)

Cenoura, rabanete, beterraba ou abóbora madura são excelentes opções de vegetais tipo B para você incluir na dieta. Basta indicar as medidas certas.

Proteína

A proteína deve estar presente no prato principal. Escreva uma porção de carne de boi, filé de peito de frango ou filé de peixe grelhados.

Ferro

Uma grande fonte de ferro é o feijão. Ele combate a anemia e por isso não deve ser deixado de fora da alimentação do seu paciente.

Frutas

As frutas podem ser servidas como sobremesa no lugar dos doces. No caso de maçã, o ideal é consumi-la com a casca, porque é rica em fibras, o que ajuda no funcionamento do intestino.

6. Combine bem os alimentos para uma dieta completa

Duas importantes refeições são o almoço e o jantar. Além do café da manhã e dos lanches durante o dia, as principais refeições devem agradar o paladar e a saúde.

Aqui nós temos algumas sugestões para que você possa combinar os alimentos e fazer com que seu paciente tenha uma dieta nutritiva e saborosa. Confira:

Almoço

Primeira opção

Arroz integral com brócolis, feijão, carne de boi grelhada e acebolada e salada de alface com tomate.

Segunda opção

Macarrão integral, filé de peito de frango grelhado, salada de rúcula e tomate-cereja.

Terceira opção

Arroz integral, feijão, couve refogada, palmito e omelete com cebolinha verde.

Quarta opção

Bacalhau assado com batata-inglesa, salada de alface-americana e sementes de chia.

Jantar

Primeira opção

Salada de folhas verdes, tomate, beterraba cozida, cenoura ralada, arroz integral e atum.

Segunda opção

Arroz 7 grãos, carne moída com vagem, salada de agrião com tomate e cenoura refogada.

Terceira opção

Purê de batata-doce, almôndegas assada, salada de rúcula com tomate-cereja e ervilha refogada.

Quarta opção

Purê de mandioquinha, brócolis no vapor, frango grelhado, cenoura e beterraba raladas e brócolis no vapor.

7. Deixe os alimentos gordurosos fora da dieta

A dieta saudável não pode ter alimentos gordurosos como frituras e embutidos (salame, mortadela, salsicha e linguiça). Evite creme de leite e preparações que levam manteiga e óleo.

Também é importante evitar carnes como fraldinha, acém, picanha, cupim e costela, pele de frango, queijos amarelos, todos considerados alimentos com alto índice de gordura.

Não faça sugestões de carboidratos com alto índice glicêmico, tais quais alimentos preparados com farinha refinada como bolos e tortas.

Viu como é fácil elaborar uma dieta completa para seus pacientes? O primeiro passo é ouvi-los, saber seus gostos e restrições. Procure elaborar cardápios coloridos que chamem a atenção do olhar e agradam o paladar. Com essas dicas simples, você será uma referência no seu trabalho como nutricionista e uma grande empreendedora.

Gostou das nossas dicas para montar uma dieta completa? Aproveite e dê uma olhada no nosso post sobre as 6 obras que você nutricionista precisa ler!

 

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